Muitas vezes alguém tentará lhe denegrir, pode vir até de um amigo, um familiar, que por ciúme tente de forma até inconsciente lhe fazer "menor".
O que fazer quando isso acontece?
No meu caso, na maçante maioria das vezes ao longo da vida, sempre fui o menor e depois de meus 11 anos passei a ser o menor e o gordinho da turma.
Bulling é balela, é mídia, sempre existirá aquela criança inconveniente, cabe aos pais aconselhar aos filhos sobre crianças chatas.
E quando essa criança se torna um adulto inconveniente, que reclama do seu peso, da sua altura, do seu cabelo, do seu pé, enfim, de você, o que fazer?
Nada, é a melhor resposta que aprendi para conviver com ele.
Ele provavelmente não é feliz, em sua vida, frustados por algo que ainda não conseguiu alcançar, infeliz no casamento, decepcionado financeiramente, vive idealizando uma vida de um amigo rico e que um dia poderá chegar lá, gozando de suas regalias, achando que lhe pertence.
Quando ele percebe uma pessoa que não tem aquela condição financeira "invejável" para a sociedade e que nem por isso vive se queixando da vida, o inconveniente não consegue entender e passa ao ataque.
Porque ele quer ser o mais engraçado, depois passa a invejar aquela serenidade que ele não consegue ter, devido a sua infelicidade interna.
Antes eu enfrentava, queria expor minha opinião, discutia, mas não se muda quem já está determinado a ser uma porta.
É o seguinte, dezenove, não é vinte. Não adianta tentar mudar alguém, ele precisa entender e deixar de ser inconveniente por ele mesmo.
A inconveniência do inconveniente é achar que a mãe dele foi a única a ter um filho esperto no mundo, o que percebe primeiro as coisas, o mais sagaz, só que quando ele está sendo inconveniente, todos se olham com cara de paisagem e se manifestam no entendimento de que, aquele assunto do inconveniente, todos ali já sabem, quando ele acha que esta contando a maior novidade do pedaço.
Hoje eu apenas deixo pra lá, simplesmente não me identifico.
Meu finado pai José Raul, me ajudou bastante, nunca me esqueço de um ditado que ele aprendeu com meu avô Antônio Lopes, "O homem se mede é daqui, pra aqui(fazendo referência a cabeça), não pelas pernas, afinal, ninguém pensa com elas"
Então sigo pensando com a cabeça, sempre a mantendo acima do pescoço, sem deixar ela voar pra algo que não me pertence, compreendendo as situações da vida, reclamando menos, agradecendo e melhorando mais.
O que fazer quando isso acontece?
No meu caso, na maçante maioria das vezes ao longo da vida, sempre fui o menor e depois de meus 11 anos passei a ser o menor e o gordinho da turma.
Bulling é balela, é mídia, sempre existirá aquela criança inconveniente, cabe aos pais aconselhar aos filhos sobre crianças chatas.
E quando essa criança se torna um adulto inconveniente, que reclama do seu peso, da sua altura, do seu cabelo, do seu pé, enfim, de você, o que fazer?
Nada, é a melhor resposta que aprendi para conviver com ele.
Ele provavelmente não é feliz, em sua vida, frustados por algo que ainda não conseguiu alcançar, infeliz no casamento, decepcionado financeiramente, vive idealizando uma vida de um amigo rico e que um dia poderá chegar lá, gozando de suas regalias, achando que lhe pertence.
Quando ele percebe uma pessoa que não tem aquela condição financeira "invejável" para a sociedade e que nem por isso vive se queixando da vida, o inconveniente não consegue entender e passa ao ataque.
Porque ele quer ser o mais engraçado, depois passa a invejar aquela serenidade que ele não consegue ter, devido a sua infelicidade interna.
Antes eu enfrentava, queria expor minha opinião, discutia, mas não se muda quem já está determinado a ser uma porta.
É o seguinte, dezenove, não é vinte. Não adianta tentar mudar alguém, ele precisa entender e deixar de ser inconveniente por ele mesmo.
A inconveniência do inconveniente é achar que a mãe dele foi a única a ter um filho esperto no mundo, o que percebe primeiro as coisas, o mais sagaz, só que quando ele está sendo inconveniente, todos se olham com cara de paisagem e se manifestam no entendimento de que, aquele assunto do inconveniente, todos ali já sabem, quando ele acha que esta contando a maior novidade do pedaço.
Hoje eu apenas deixo pra lá, simplesmente não me identifico.
Meu finado pai José Raul, me ajudou bastante, nunca me esqueço de um ditado que ele aprendeu com meu avô Antônio Lopes, "O homem se mede é daqui, pra aqui(fazendo referência a cabeça), não pelas pernas, afinal, ninguém pensa com elas"
Então sigo pensando com a cabeça, sempre a mantendo acima do pescoço, sem deixar ela voar pra algo que não me pertence, compreendendo as situações da vida, reclamando menos, agradecendo e melhorando mais.
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