Em paralelo com algo já feito sobre Oscar Niemeyer, concordo que "a vida é um sopro".
Passa rápido, mas como muitos já fazem, o que vale da vida é o que fazemos com ela.
Ela pode ser rápida, mas as consequências do que fazemos com ela são eternas.
Tento sempre publicar algo pela manhã, hoje fiquei impossibilitado por conta de uns exames para verificar como anda minha saúde.
Ela anda em compasso comigo, tranquila e serena, com alguns aspectos a serem melhorados.
Me considero um cara "antigo", gosto do que já não faz muito sentido para alguns.
Gosto de tratar minha mulher bem, abrir portas, segurar pesos para ela, dar bom dia, apertar a mão firme, músicas antigas, mandar flores, escrever poemas e cartas, está em família, dar conselhos, reunir-se com amigos, cuidar de minha mãe, conversar algo que faça sentido, ter paz.
Apesar de minha pouca idade, "já fui jovem", pensei um dia que não pensaria e/ou não agiria assim.
Mas aprendi e aprendo diariamente que a medida que nos conhecemos melhor, percebemos o quanto podemos melhorar.
Voltando aos exames, em uma certa conversa com um certo amigo, certa vez ele me confidenciou; "cara, Alex, você pode brincar até os 30 anos, comer, beber, se divertir, mas depois a coisa começa a pesar e as mudanças começam a ser mais difíceis."
Ele tem razão, mudei meus hábitos e estou cuidando de minha saúde, mas sem nenhuma nóia, sem excesso de whey protein, frango com batata doce, proteínas a mil, zeros carboidratos e "treinos" para postar em rede social.
Tudo com serenidade, assim como levo minha vida, nem oito e nem oitenta, estou mais pro quarenta.
Fica tudo ainda mais agradável quando temos apoio de quem nos ama de verdade, minha Ana Karla, minha mãe Eliane Curvello, minha dinda Chris Suedde e meus avós.
Dia chuvoso, bom de se pensar, de despertar e de perceber que, agradecer melhora.

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