quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Não vejo mais borboletas.

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Lembrando aqui da borboleta, aquele ser de transformação, que simboliza a felicidade, beleza, efemeridade da natureza e da renovação.

Mas minha intenção aqui não se refere especificamente a esse belo animal, mas ao que ele pode representar para nós mesmos.

Na infância podemos ser associados à pequena lagarta devido a sua fragilidade, vamos amadurecendo com as atitudes de nossa vida e entramos na crisálida e aí vem à beleza, do casulo que pode ser considerado nosso túmulo, sai nossa alma essência que é a borboleta.

Mas qual o caminho que estamos seguindo, quais nossos pensamentos e atitudes para conseguimos alcançar essa “borboleta”?

Hoje o mundo, e posso falar um pouco melhor aqui do Brasil, perdeu o senso do absurdo, estamos confundindo justiça com vingança.

Quase não conseguimos mais ver borboletas atualmente e paralelamente a isso, nossas ações estão cada vez mais egoístas e menos benevolentes.

Não que exista a associação de uma coisa com a outra, apenas que não observamos mais o natural da vida e nos identificamos com o que não nos evolui em nada.

Nenhum de nós lembra que para Deus não existe legítima defesa.

#AgradecerMelhora

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